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Resenha de Livro: “Métrica”, de Colleen Hoover

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Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 304


nota4,5

Faz algum tempo que tomei conhecimento de Métrica. Fortemente indicado por uma amiga, tinha anotado em minha lista mas acabou não acontecendo antes do lançamento do livro no Brasil. Assim, quando ele chegou em minhas mãos, a leitura foi imediata. Em algumas horas tinha devorado o livro e sentindo um mar de emoções.

Colleen Hoover escreveu um livro que é de fato uma poesia. Não apenas pelas poesias que permeiam o livro, mas porque de fato, ela coloca tanto sentimento naquelas páginas que não há outra forma de descrevê-lo.

Métrica fala sobre a vida. É uma história de amor, de perdas, de desafios, de superação, de abdicação, de esforços, de amizade, de companheirismo, de crescer, de cair e levantar. Não é mais um pouco do mesmo; não é apenas mais uma história de amor. É muito mais do que isso.

Após perder o pai, Lake se muda com a mãe e o irmão para uma cidadezinha. Logo no primeiro dia, ela conhece Will, seu vizinho. Um interesse genuíno e uma atração forte surge entre os dois logo de cara, porém as cosias não serão fáceis para eles. Os dois são obrigados a se separarem mesmo se gostando. E então, Lake é pega de surpresa por uma notícia que vai mudar sua vida completamente.

Apesar de Lake ser a protagonista, é difícil falar que ela é a personagem central. Os personagens são tão fortes e tão intensos que é impossível não se envolver com cada história e não se emocionar com elas. Caulder e Kel, os dois irmãos mais novos de Lake e Will são duas belezas a parte. Os dois tornam a história ainda mais especial.

Não há nada mais para falar de Métrica além de: LEIA. Eu poderia ficar horas descrevendo o que senti com o livro, mas nada será tão eficiente quanto você mesmo ler e se permitir sentir o que quer que o livro transmita para você. Certamente teremos sentimentos diferentes, afinal, cada um tem suas próprias experiências pessoais. Mas o que é certo é que ninguém passa sem ser tocado pela história.

“– Layken, você precisa me prometer uma coisa.
– Tá bom – respondo.
– Nunca mais faça basanha para mim.”

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