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Resenha de Livro: “A 8ª Confissão”, de James Patterson e Maxine Paetro

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Autores: James Patterson e Maxine Paetro
Editora: Arqueiro
Páginas: 192

 

nota3,5

Todo mundo já deve saber que eu amo James Patterson e principalmente essa série do “Clube das Mulheres Contra o Crime“. Provalmente ele deve ser meu autor preferido desse gênero policial e gosto muitíssimo da forma como ele desenvolve suas histórias.

Em “A 8ª Confissão“, a detetive Lindsay Boxer tem que investigar um assassinato de alguém importante, o que põe o todos os grandes mordendo em seu encalço. As coisas só pioram quando os assassinatos se repetem e ela e seu parceiro Richard Conckin não tem qualquer pista a seguir. Enquanto isso, sua amiga Cindy Thomas fica encucada com a execução de um morador de rua a a quem supostamente todos amavam e Lindsay tenta ajudar a amiga. Enquanto ambos os casos se desenrolam, Richard e Claire se aproximam e se envolvem, o que desperta em Lindsay um forte ciúme.

Mais uma vez, duas histórias acontecem paralelamente. Na primeira, uma estranha coincidência cerca os assassinatos. Todos são muito ricos, nenhum forte suspeito e nenhuma pista. Estranhamente, todos eles possuíam cães. Na segunda história, a morte do morador de rua se torna ainda mais estranha porque ninguém parece querer falar qualquer coisa sobre o fato. Muitas pistas e todas dando em nada, até que Condy descobre que o homem que haviam desenhado para ela como um salvador pode ser exatamente o contrário.

E, pela primeira vez, vemos um conflito na amizade entre as meninas. O inspetor Conckin sempre se interessou por Lindsay, e a atração entre os dois é inegável. Tanto que no livro anterior eles tiveram um breve interlúdio interrompido por um ataque de consciência dela. Nesse livro, a atração continua e ela sente que não pode continuar se deixando levar, porque no final das contas, ela realmente ama Joe. E quando Cindy atrai a atenção de Richard, o bichinho do ciúme invade com tudo a policial. E será preciso resolver isso para que ninguém saia ferido, principalmente Joe, que a ama incondicionalmente e ainda aguarda sua resposta ao pedido de casamento.

Sempre vale a pena ler “O Clube das Mulheres Contra o Crime”, mesmo quando não é a melhor das histórias. Esse não é meu livro favorito em relação aos casos, mas achei o conflito interno muito interessante e por isso, acho que é renovador para a série. Vamos ver como as coisas se desenrolam no próximo livro.

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