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Crítica de Filme: “A Escolha Perfeita”

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Título original: Pitch Perfect
EUA , 2012 – 112 min.
Comédia | Músical
Direção: Jason Moore
Roteiro: Kay Cannon
Elenco: Anna Kendrick, Brittany Snow, Anna Camp, Rebel Wilson, Skylar Astin, Ben Platt, Alexis Knapp, Ester Dean, Hana Mae Lee, Adam DeVine, Elizabeth Banks.

Baseado em um livro sobre os bastidores das competições dos grupos a capella nas faculdades Americanas, A Escolha Perfeita, é um filme divertido para quem gosta de música e história simples. Beca (Anna Kendrick) é uma garota com o sonho de ir para LA virar DJ, mas seu pai a “força” a entrar na Barden University para que tenha mais oportunidades na vida. Desgostosa com a situação, Beca procura algo que seja na linha do seu sonho de ser produtora e acaba entrando em um dos quatro grupos a capella da universidade, o The Barden Bellas, um grupo de meninas que só cantam músicas antigas.

Devo ser a única a não saber que a Anna Kendrick cantava, o que me impressionou muito. Outro ponto bem legal é a interpretação cômica da Rebel Wilson (Fat Amy), que mesmo fazendo sempre papéis semelhantes, rendeu várias risadas. Existe a parte romântica do filme, que consegue deixar o espectador achando bem fofo e às vezes com uma certa raivinha da personagem principal.

A primeira vista, o filme não passa de um episódio de Glee com quase duas horas de duração, mas apesar de serem bastante semelhantes, as piadas são mais ácidas, “adultas” e não tem todo aquele “mimimi” de adolescente. Além, é claro, de que ao contrario da série, as músicas do filme são todas produzidas pela boca, não tendo acompanhamento instrumental.

As músicas são uma atração a aparte. Se você curte tanto músicas novas e antigas, vai se surpreender como fica boa em suas versões a capela. A Escolha Perfeita é um filme fofo e previsível, mas o que se esperar de um filme voltado para o público jovem?

 

Crítica originalmente postada em 2013.

Suelen Dias
Jornalista e mercadóloga, super ligada no mundo pop. Adora um bom livro, uma boa série e ir ao cinema. Escritora frustrada, adora viajar, nutre um amor profundo e eterno por Londres.

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